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4 comentários

  1. Companheiro Charles, quero dizer que escolhi seguir o teu blog sem mesmo antes navegar pelo mesmo. Nos conhecemos pouco mais trilhamos próximos desde criança. Somos a continuidade de duas famílias integras. Seu pai foi companheiro do meu (José Brício). Eles nos transmitiram a regra principal de qualquer ser humano, a ética. Não precisamos explicar mais nada, pois as outras virtudes são consequencias.


    • na vida traçamos caminhos pelo qual a creditamos ser o melhor!! quando vim lá da roça (QUATIPURU) sempre carreguei com migo oque ninha mae me ensinou., a ter caráter e lutar dignamente pelo que quero e o que acredito, e por isso sempre acreditei que Edmilson é o melhor para belém! e ele mais uma vez sai vitorioso como das outras vezes pq quem perdeu foi belém infelismente.


  2. Charles,

    No momento do caos político que atravessa a sociedade brasileira é alentador ler um texto que aborda de forma real o fosso em que se encontra a podridão da políticagem. O autor no faz lembrar o grande educador e extraordinário humanista Paulo Freire quando destacou o gosto de perguntar, a necesidade de indignar-se e o compromisso com a esperança. Não a esperança ingenua, mas a
    esperança crítica que se funda na verdade, na ética, na luta contra os que usam as liberdades democráticas para praticarem “malfeitos”, no dizer da presidente Dilma.
    Nesse grupo recheado de “picaretas” que por ocasião das campanhas eleitorais usam e abusam em seus discursos sobre “precocupações com saúde, educação, segurança etc”, mas quando eleitos visam exclusivaamente seus interesses pessoais ou de grupos. Especialmente, dos grupos econômicos que financiaram suas campanhas. O descrédito nos políticos brasileiros é real, porque não merecem um mínimo de confiança, com raras excessões.
    Criar ou não criar um novo partido não é bem a questão, o problema é o modelo político ultrapassado, corroído, corrupto que está sendo exercitado no Brasíl. Será que um novo partido buscando nova pactuação com sociedade vai sobreviver? Será que as velhas raposas vão deixar vicejar essa nova proposta de fazer política? Todos sabemos que os grupos dominantes do poder político na atualidade não têm interesse nenhum na mudança de rumos. Lembremos a tão falada reforma política mas que não passa de discurso de ocasiões. A maioria dos políticos independente de sigla, com raras e nomeadas excessões, não quer mudança.
    O sistema político brasileiro está doente, os partidos perderam importância e credibilidade no seio da sociedade e a ruptura desse processo, no meu entendimento, não se fará através da criação de novos partidos “bem intecionados”. Novas formas de lutas na sociedade precisaqm ser engrendradas, este é o grande desafio do nosso tempo.
    Na atualidade, parece-me que certa nuvem de desconfiança, de desesperança começa a cobrir importantes segmentos da sociedade brasileira cujos movimentos ainda são imprecisos.
    Ao finalizar, quero parabenizar o autor desse paper tão oportuno sobre a análise lúcida da realidade política brasileira, mas precisamos lembrar também que a desesperança, conforme Paulo Freire, em sua obra “Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido”, destaca ” a desesperança nos imobiliza e nos faz sucumbir no fatalismo”. Até porque sabemos que a nossa esperança é necessária mas não é suficiente. Portanto, companheiro a luta continua, porém cada vez mais desafiadora.


  3. No momento do caos político que atravessa a sociedade brasileira é alentador ler um texto que aborda de forma real o fosso em que se encontra a podridão da políticagem. O autor no faz lembrar o grande educador e extraordinário humanista Paulo Freire quando destacou o gosto de perguntar, a necesidade de indignar-se e o compromisso com a esperança. Não a esperança ingenua, mas a
    esperança crítica que se funda na verdade, na ética, na luta contra os que usam as liberdades democráticas para praticarem “malfeitos”, no dizer da presidente Dilma.
    Nesse grupo recheado de “picaretas” que por ocasião das campanhas eleitorais usam e abusam em seus discursos sobre “precocupações com saúde, educação, segurança etc”, mas quando eleitos visam exclusivaamente seus interesses pessoais ou de grupos. Especialmente, dos grupos econômicos que financiaram suas campanhas. O descrédito nos políticos brasileiros é real, porque não merecem um mínimo de confiança, com raras excessões.
    Criar ou não criar um novo partido não é bem a questão, o problema é o modelo político ultrapassado, corroído, corrupto que está sendo exercitado no Brasíl. Será que um novo partido buscando nova pactuação com sociedade vai sobreviver? Será que as velhas raposas vão deixar vicejar essa nova proposta de fazer política? Todos sabemos que os grupos dominantes do poder político na atualidade não têm interesse nenhum na mudança de rumos. Lembremos a tão falada reforma política mas que não passa de discurso de ocasiões. A maioria dos políticos independente de sigla, com raras e nomeadas excessões, não quer mudança.
    O sistema político brasileiro está doente, os partidos perderam importância e credibilidade no seio da sociedade e a ruptura desse processo, no meu entendimento, não se fará através da criação de novos partidos “bem intecionados”. Novas formas de lutas na sociedade precisaqm ser engrendradas, este é o grande desafio do nosso tempo.
    Na atualidade, parece-me que certa nuvem de desconfiança, de desesperança começa a cobrir importantes segmentos da sociedade brasileira cujos movimentos ainda são imprecisos.
    Ao finalizar, quero parabenizar o autor desse paper tão oportuno sobre a análise lúcida da realidade política brasileira, mas precisamos lembrar também que a desesperança, conforme Paulo Freire, em sua obra “Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do oprimido”, destaca ” a desesperança nos imobiliza e nos faz sucumbir no fatalismo”. Até porque sabemos que a nossa esperança é necessária mas não é suficiente. Portanto, companheiro a luta continua, porém cada vez mais desafiadora.



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