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Não é vergonha, é fingimento

outubro 28, 2012

É de homens e mulheres de verdade que precisamos nos governos, pois é verdadeira a desigualdade e mais verdadeira ainda é a vontade dos donos do dinheiro de manter a situação como está.

Pobre não é pra governar, é pra ser governado.

Pobre não é pra mandar, é pra obedecer.

Voto de pobre tem que ser dado ao candidato indicado pelos patrões, pelos bem vestidos, pelos bem nascidos, pelo “dotô”, pelo “moço” da tevê.

Sempre foi assim, desde tempos imemoriais.

Mas com Lula, o povo pobre curou-se desse feitiço.

Agora o povo pobre reconhece mais os seus iguais e vê neles capacidade para exercer o governo.

Mas não é fácil. Os representantes da elite fingem ser um dos “nossos”.

Em entrevista concedida ao jornal Diário do Pará deste domingo, Zenaldo nega que seja um candidato da elite e, desavergonhadamente, como lhe é próprio, afirma que se tem alguém da elite, este alguém é Edmilson.

Que vergonha é essa da elite de assumir-se como tal?

Que vergonha é essa, vinda de uma classe que sempre se orgulhou de sua condição e que de tudo faz para permanecer nela?

Não é vergonha, não. É fingimento

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One comment

  1. Charles, porque voces perderam mesmo com todo o apoio da curriola do PT?



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